Lampejo II : Minha arte depois de anos
Na escola em que estudava eu tive professora de artes chamada Jussara, ela nos apresentou algo diferente de tudo que já tinha feito em uma aula de artes! Ela pediu para que desenhássemos um rosto de uma pessoa, agora imagine eu que só fazia boneco de palitinho fazendo um rosto com tudo detalhado kkkkkk.
Eu achei muito interessante, mas confesso que achei muito difícil até porque acabei me cobrando que saísse pelo menos parecido com o modelo que ela levou, mas não saiu parecido com o da professora e como não tinha noção que não é preciso sair igual eu me desmotivei e depois de anos sem desenhar eu voltei com essa técnica de frotagem com folhas, e saiu esse lindo desenho na aula de Arte e Educação.
Com essas aulas estou me redescobrindo, e visitando lembranças do meu passado e ressignificando cada uma delas!

É incrível como pequenos detalhes da nossa infância marcam tanto a gente, inclusive de uma forma oculta que não percebemos. Precisando apenas, de um incentivo, uma memória, seja qual for ela, para ser lembrada e reaflorada dentro de nós. Que lindo foi seu primeiro contato com a arte joyce, não deixe-o ser apagado!!!
ResponderExcluirobrigada, espero ressignificar ...
ExcluirAi Joyce, que interessante, fico pensando que talvez outros alunos se sentiram motivados com essa atividade e gostaram. Embora pra você não tenha sido uma experiência tão agradável, isso nos leva a pensar como somos realmente singulares. Fico aliviada que essa atividade foi legal para você, seu desenho realmente está lindo, parabéns! ❤️
ResponderExcluirobrigada meu bem !
ResponderExcluirJoyce! Espero não te traumatizar! kkkk Brincadeiras a parte, veja o quanto é importante entendermos como foi trabalhado a arte na educação quando estávamos na educação básica e o quanto podemos ressignificar algumas práticas. Sua lembrança me fez recordar de uma aluna que ao propor uma das técnicas ela tentou uma vez, duas vezes, três vezes... Até que desistiu. A vi triste, fui entender porque não estava fazendo o que foi proposto e ela me disse: professora, eu não sei fazer igual como a senhora fez... Conversei e juntas fizemos do jeito que ela conseguia fazer.... Relato isso para te dizer q não precisa ser igual e nem perfeito, e sim, precisa ter as singularidades de cada um/a, pois o melhor preparo para criar é o próprio ato de criação.... bjinhos
ResponderExcluirHoje vejo o quanto essas marcas e traumas nos atrapalham, pois até o conceito de certo e errado é reforçado nesses traumas e acabamos nos cobrando ser perfeitos como se espera, mas somos únicos e cada um com suas especificidades ! Obrigada prof pelas suas palavras são de grande valia . bjos
Excluir